Archive for julho \12\UTC 2011

E mais um panda morre na china…

12/07/2011

Máxima: Toda vez que um programador diz “é simples” um panda morre na China.

É triste mais é verdade, programadores tem a mania de subestimar requisitos e problemas.

E como acabar com isso em seus projetos? Bem se descobrir me avise…

Porém, incentivar a realidade na equipe seria um bom começo para evitar falhas de comunicação.
Tenho acompanhado e participado de equipes com problemas em estimar tempo e dar prazo e infelizmente isso é bem comum. Mas nem tudo são espinhos, ao longo da minha carreira tento colher as empreitadas onde o prazo e a qualidade foram mantidas e clientes e equipe saem felizes.

E bem, o chutômetro é o método de calculo mais frequente em equipes falhas. E geralmente por simples receio…
Sim por receio de não agradar subestimam o problema/requisito (e matam o pobre panda).
Ai entra a noção de realidade, um mecanismo de medidas é necessário para que você não precise acreditar piamente na mentira inconsciente da equipe e ajudar a equipe  CALCULAR o prazo e não advinha-lo como em um jogo de cartas. A máxima acima é o que eu uso para questionar a realidade de algo que me foi apresentado como “simples de fazer”.

Evitar o receio de errar de alguém é dar-lhe autoconfiança embasada em fatos. Dizer apenas – você tem certeza? – não ajuda. É necessário dar base aos fatos. Relembrar erros e situações parecidas onde a suposta simplicidade se mostrou mais complexa ou levou mais tempo do que estimado.

Para isso novamente é necessário um mecanismo de medidas. Tempos reais, onde o atraso de um tópico não afete o tempo estimado de outro (a famosa bola de neve).
É necessário ser realista!

Equipes de projetos bem sucedidos geralmente podem se auto intitular bem sucedidos. Basta que tenham visão do que foi feito, onde erraram, onde acertaram e principalmente quanto tempo levaram.

Levar essa experiência para o futuro sim é sucesso.

Salvem a cheerleader os pandas, salvem o mundo…

Ao som de Sonatina in G, Op. 36 No. 5, I. Presto e Sonata No. 14 in C sharp minor, Op. 27 No. 2

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Por não saber que era impossível, foi lá e fez

02/07/2011

Sempre atribuí essa frase a Douglas Adams por me recordar dela em uma de suas obras da série O Guia dos mochileiros da galáxia, porém, uma pesquisa me mostrou que ninguém sabe ao certo. Alguns dizem que é de Jean Cocteau – cineasta, romancista e ator francês – outros dizem ser de Mark Twain – famoso escritor americano. Notei que pelas datas de nascimento e morte dos três é improvável que a frase seja de Adams como eu imaginava.

Mas de que isso importa? Bem… de nada.

O fato é que essa frase me inspira. E por isso resolvi abrir esse blog com ela.

Pense um pouco, quantas vezes isso já ocorreu? Descobertas científicas, recordes esportivos, quebra de barreiras filosóficas. Só porque alguém não reconheceu aquilo que acreditava como impossível.

E porque não o meu próprio ponto de vista! Sobre o mundo, a sociedade, ou simplesmente meu cotidiano. Quais as outras formas de se ver aquilo que faço hoje?

Ok, brisei um pouco, mas esse é o espirito… Viajar pelo tempo, viver o passado e aprender com o futuro tornando o presente mais… presente.

Impossível? Eu não sei…